A Psicoterapia Reencarnacionista - Uma Proposta 
de Expansão para a  Psicologia e a  Psiquiatria

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Amigo Alvaro, tens minha autorização para colocar em teu site o texto do 1º módulo do meu Curso de Formação em Psicoterapia Reencarnacionista, bem como outros textos, casos clínicos e regressões que eu for te enviando por e-mail. Abraço, Mauro Kwitko

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Mauro Kwitko, Médico Psiquiatra e Psicoterapeuta Reencarnacionista

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A Psicoterapia Reencarnacionista, é uma criação do Mundo Espiritual e foi transmitida para o Dr. Mauro Kwitko, a partir de 1996, em Porto Alegre/RS, Brasil. Ela nasceu com a finalidade de trazer à Psicologia e à Psiquiatria uma possibilidade de expansão nunca antes imaginada. A Reencarnação e a actuação dos Espíritos obsessores é agregada aos conceitos psicológicos e psiquiátricos, criando uma nova maneira de encarar os conflitos de todos nós e as doenças mentais.  

Com a Reencarnação, a infância deixa de ser considerada o início da vida e passa a ser vistomo a continuação de nossa vida eterna; a nossa família não é mais um conjunto de pessoas que se uniram ao acaso por laços afectivos e, sim, um agrupamento de Espíritos unidos por laços kármicos; as situações que vamos encontrando no decorrer da vida não são aleatórias e, sim, reflexos, consequências, decorrências de nossos actos passados, necessidades para o nosso projecto evolutivo espiritual.

E considerando que todos nós somos Espíritos, com graus diversos de evolução e intenção, uns inseridos dentro de um corpo físico, outros libertos desse arcabouço, passamos a perceber que ao nosso redor existem milhões de seres invisíveis com a capacidade de nos afectar, benéfica ou negativamente. E como afirmava o Dr. Bezerra de Menezes em seu livro “A Loucura Sob Novo Prisma”, a maioria dos casos de doença mental são causados pela actuação de Espíritos desencarnados sobre os doentes.

A Psicologia actual enxerga a nossa vida apenas desde a infância e, por isso, limita seu campo de acção a uma fração mínima da nossa existência. Trabalha com um conceito equivocado que é a Formação da Personalidade, pois afirma que não existíamos antes. Considera, então, que nossas características de personalidade se originam lá no “inicio da vida”, bem como os nossos sentimentos negativos, pela conjunção de factores genéticos, hereditários e ambientais. Tudo se originou lá, obrigatoriamente, pois nada havia antes. Mas e as nossas encarnações passadas? Na nossa vida encarnada anterior não tínhamos uma personalidade? Evidentemente que sim, então não é razoável e de bom senso pensar que somos a continuação daquele que fomos nessa vida anterior à actual? Isto derruba o conceito de Formação de Personalidade e cria um outro conceito, revolucionário, evolucionista, clarificador, o de Personalidade Congénita, um dos pilares básicos da Psicoterapia Reencarnacionista. E nossos familiares, nosso pai, nossa mãe, nossos irmãos e demais parentes? Dentro dos princípios reencarnacionistas sabemos que somos Espíritos ligados por cordões energéticos de afinidade e de divergência. Esses cordões é que regem a nossa aproximação, explicando as simpatias e as antipatias entre familiares, até mesmo ódios e aversões. E por que nos aproximamos novamente? No caso da afinidade, para continuarmos juntos num projeto de amizade, de um trabalho em conjunto; no caso da divergência, para fazermos as pazes, nos harmonizarmos, nos amarmos. Esta última questão é um dos principais assuntos nas consultas de Psicoterapia Reencarnacionista, quando tratamos conflitos entre pais e filhos e entre irmãos.

Agregando a Reencarnação à Psicologia cria-se uma nova Psicologia, baseada na nossa vida eterna, na nossa busca de evolução espiritual, de purificação. Não somos mais pessoas, somos Espíritos encarnados; não somos homens e mulheres, somos Espíritos em corpos masculinos e femininos; não somos brancos ou negros, somos Espíritos em “cascas” de cor diferente; não somos brasileiros, argentinos, americanos, iraquianos, somos Espíritos que encarnaram, desta vez, nesses países. A Reencarnação, além da capacidade de expandir a Psicologia para o infinito, tem o potencial de eliminar o racismo, os preconceitos e a violência da face da Terra. Com a visão clarificada de que estamos num local de passagem, com a finalidade de evoluirmos espiritualmente, as questões da vida terrena podem a ser classificadas em 2 grupos: importantes e sem importância, com graduações entre elas. Devemos ter a capacidade de perceber o que pode auxiliar-nos na nossa Missão Pessoal e o que nos pode distrair dela. Mas, para isso, é de fundamental importância que cada um de nós saiba por que é que reencarnou desta vez. Isso não é tão difícil de perceber, basta enxergarmos nossas imperfeições e dificuldades, os conflitos com outras pessoas, nossas tendências negativas, enfim, tudo o que nos trás desconforto e nos tira a paz.

Algumas pessoas reencarnaram para lidar com questões morais, como tendências a roubar, enganar, mentir, trapacear, atributos de um Ego autónomo, míope, dissociado do seu Mestre Interior; outros reencarnaram para lidar com características pessoais que os afectam mais a si mesmos, como a timidez, a mágoa, o medo, a introversão; algumas pessoas estão aqui para se libertarem da raiva, que faz mal a si e a outros. Cada um de nós está aqui, no Astral Inferior, para encontrar as suas inferioridades, que frequentemente trás consigo há centenas ou milhares de anos, tendo passado por muitas encarnações em que a sua actuação no sentido de evolução, de libertação, tem sido aquém do que poderia ter sido. Uma das finalidades da novíssima Psicoterapia Reencarnacionista é ajudar as pessoas a melhor aproveitarem as suas encarnações, no sentido da busca da purificação, da sua volta para o Todo.

O psicoterapeuta reencarnacionista deve praticar em si mesmo os princípios evolucionistas, purificadores, para ter uma credibilidade interior que o capacite ser um conselheiro espiritual de seus pacientes. Deve eliminar qualquer vício moral, deve libertar-se da raiva e da mágoa, deve ter um cuidado com o orgulho e a vaidade, deve desenvolver uma maneira de ser agradável, simpática, equilibrada, leve, despojada, e não deve, em hipótese alguma, beber, fumar ou usar drogas! A Psicoterapia Reencarnacionista é uma terapia de cunho espiritual, em que os Seres Superiores podem estar presentes dependendo do modo de vida do psicoterapeuta. E esse deve, então, procurar ter o merecimento de receber essa ajuda superior que, entre outras questões, o possibilita permanecer imune aos ataques dos seres espirituais inferiores, interessados em prejudicar os pacientes e o próprio psicoterapeuta. Por isso, é de fundamental importância uma atitude recta, centrada, numa busca de uma sintonia com o mundo superior, colocando-se no seu lugar de ser humano, pequeno, imperfeito, procurando obedecer às ordens superiores. Ao nosso lado colocam-se nossos irmãos mais evoluídos, orientando-nos,  intuindo-nos, auxiliando-nos no trato com nossos pacientes e no âmbito das interferências inferiores espirituais, não estamos sozinhos na nossa vida quotidiana, no nosso consultório, existem presenças com intenções várias. Devemos procurar manter a nossa frequência elevada, sintonizados com as presenças da Luz, imunizando-nos das presenças das Trevas. O cuidado com nossos pensamentos, nossos sentimentos e nossas acções é de fundamental importância para o sucesso da nossa vida encarnada, individualmente e como psicoterapeuta reencarnacionista. Estamos a lidar com questões espirituais, muitas vezes interferindo com seres poderosos cuja intenção é prejudicar a quem nos procura e a nós mesmos. Por isso, todo o cuidado é pouco! A oração diária, a elevação dos nossos pensamentos aos seres da Luz, a atitude humilde de nos colocarmos no lugar de serviçal dos nossos irmãos superiores, a postura de não enfrentamento aos seres de pouca Luz que nos acossam, entendendo-os, compreendendo a sua atitude, motivada nos seus traumas de muito tempo atrás, enxergando-os também como irmãos, como filhos de Deus, como companheiros de jornada, até porque não sabemos se em outras épocas não estávamos ao seu lado... Devemo-nos colocar como representantes de Deus na Terra, como aliados do Mundo Superior nesta missão de purificação do nosso planeta, de clarificação, e procurar, a todo momento, principalmente em situações conflitivas, actuar através do nosso Eu Superior, com Luz na nossa Consciência, Amor no nosso coração e Paz nos nossos sentimentos.

E a Psiquiatria? Não lidando com a realidade espiritual, atribui a doença mental ao cérebro, como se os pensamentos aí residissem, não sabendo ainda que o cérebro é apenas o codificador, o intermediário entre o corpo físico e a Mente. As doenças do pensamento são, na sua maioria, originárias das encarnações passadas, de acções praticadas e acções sofridas, num desequilíbrio entre o Ego e o Espírito, que faz com que os doentes tenham enormes dificuldades de sintonizar com os níveis superiores espirituais e, pelo contrário, sintonizem com os níveis inferiores, escuros, onde vivem nossos irmãos que não enxergam a Luz, e, quando a enxergam, consideram-na desagradável por lhes poder revelar a Verdade. Os doentes mentais, com traumas terríveis no seu Inconsciente e sofrendo com a presença de seres inferiores espirituais, vivem num inferno interior, com idéias e atitudes incompreensíveis para a nossa Psiquiatria oficial, incompetente para entender essas questões. Daí a rapidez dos rótulos psiquiátricos e da intervenção medicamentosa psicotrópica. Os rótulos, rotulam, e dão ao paciente e aos seus familiares a convicção de que ele é um doente da mente, quando, mais frequentemente, é um doente do Espírito. A causa da doença, materialmente atribuída ao cérebro, está geralmente escondida, nos recônditos do Inconsciente e, ao seu lado, no mundo invisível. É urgente a necessidade da expansão da Psiquiatria rumo à Reencarnação, ao interior do Inconsciente e ao desbravamento da vida espiritual. Os psicotrópicos tem uma actuação benéfica nas urgências e nas emergências, quando frequentemente são imprescindíveis, e podem, ou devem, ser utilizadas por um tempo limitado, mas nunca por um tempo longo ou, pior, como a própria terapia. A longo tempo, trás as consequências terríveis dos seus efeitos colaterais, muitas vezes piores do que os sintomas iniciais, cronificando e perpetuando a doença. A medicação psicotrópica não pode ser o tratamento e, sim, um auxiliar por algum tempo enquanto se busca a origem, a explicação, a causa dos sintomas.

A Psicoterapia Reencarnacionista é uma aliada das Religiões reencarnacionistas, no sentido de recomendar a investigação e o tratamento espiritual nos casos das doenças mentais. Todo paciente que vem à consulta informando ver seres e/ou ouvir vozes, recomendamos uma consulta num Centro Espírita. Não referendamos imediatamente os diagnósticos psiquiátricos, principalmente os de Esquizofrenia e Paranóia, por ver nesses pacientes a possibilidade de veracidade no que pensam, vêm e ouvem. Faz parte da prática de consultório do psicoterapeuta reencarnacionista encaminhar seus pacientes aos Centros Espíritas quando há suspeita da presença de Espíritos obsessores a perturbarem. A Regressão Terapêutica para os casos de fobias, transtorno do pânico, depressões refratárias, idéias paranóides, etc., deve ser realizada apenas após o tratamento desobsessivo. O uso da Medicina Homeopática e a Medicina Floral é recomendada desde o início do tratamento.

Uma Nova Era se vislumbra para a humanidade, a consciência das pessoas gradativamente abre-se para a realidade espiritual, e é necessário, então, que as grandes Instituições de Cura Mental e Emocional, como a Psicologia e a Psiquiatria se libertem de idéias religiosas que os prendem apenas a esta vida, que limitam sua visão e seu campo de actuação. A Psicoterapia Reencarnacionista vem alinhar-se à expansão dos conceitos psicológicos e psiquiátricos, buscando entender melhor as mazelas humanas, o sofrimento de milhões e milhões de doentes mentais, confinados no seu interior, amordaçados por medicamentos psicotrópicos que não têm a capacidade de os curar realmente, por não poder penetrar no seu Inconsciente, onde reside a causa da dor, e tendo a capacidade de diminuir a percepção dos seres invisíveis que acossam estes doentes, mas não de os afastar. A evolução da humanidade, no sentido da cura de sua doença primordial, que é o esquecimento de sua natureza espiritual, deve ser acompanhada pela evolução das Instituições que lidam com a sua saúde. A visão do homem como um ser físico, emocional, mental e espiritual deve ser utilizada na prática destas Instituições e não apenas como um discurso teórico. Na Europa e nos Estados Unidos, milhares de médicos psiquiatras e de psicólogos já trabalham com estas realidades espirituais como um assunto científico; aqui no Brasil, esses assuntos ainda são considerados religiosos e os profissionais que as praticam são ameaçados e punidos pelos Conselhos de Medicina e de Psicologia. Mas a evolução é inexorável e em alguns anos seremos convidados pelas Universidades para ensinarmos a Psicoterapia Reencarnacionista, a Regressão Terapêutica e outras Medicinas Energéticas e Espirituais. E também serão feitos convénios com os Centros Espíritas a fim de atenderem espiritualmente os doentes mentais, encaminhados pelos profissionais que os atendem psicoterapicamente no consultório. Disso temos a certeza!  

A Psicologia e a Reencarnação

Neste último século, desde Freud e até hoje, temos sido acostumados a um raciocínio a respeito da nossa personalidade que, agora, não nos serve mais. Estou a falar da base da Psicologia que é a Formação da Personalidade, ou seja, o modus operandi usual que é a busca, na nossa infância, das causas dos nossos problemas, seja a tristeza, a mágoa, a raiva, a agressividade, a auto destruição, a timidez, o medo, etc.

E o interessante, para não dizer incrível, é que mesmo nós, que acreditamos na reencarnação, nos adaptamos de tal maneira a este modo de trabalhar da Psicologia (e da Psiquiatria), que no momento em que surge uma nova Psicologia, a Reencarnacionista, que afirma que nós não formamos a nossa personalidade na infância, e, sim, que é anterior, que é congénita, que se manifesta na infância, isso cria um "nó" na cabeça das pessoas. Mas se afirmamos dentro do movimento espírita que tudo é uma continuação, se nós apenas trocamos de corpo físico de uma encarnação para outra, ou seja, o Espírito e o perispírito são os mesmos, então por quê a surpresa? Dito de outra forma: se somos a mesma Consciência, que reencarna e desencarna, a nossa personalidade não é uma continuação de si mesma, “vida” após “vida”? Em "Obreiros da Vida Eterna", de André Luiz, psicografado por Chico Xavier, encontramos nas páginas 32-34, uma palestra no Nosso Lar, do Dr. Barcellos, psiquiatra desencarnado, para 38 pessoas, entre elas André Luiz. E ele afirma que o que falta a Freud e aos seus seguidores é a noção dos princípios reencarnacionistas, e que é preciso divulgar na crosta terrestre o conceito de personalidade congénita, no processo de melhoria gradativa. E é isto o que a nova Psicoterapia Reencarnacionista se propõe fazer, mesmo sabendo que irá enfrentar a resistência do meio oficial, o descrédito de alguns e a ironia de muitos.

A base da Psicoterapia Reencarnacionista é a Personalidade Congénita e, consequentemente, a finalidade da encarnação e o real aproveitamento dela. Esta nova visão não nega os factos, os traumas e os dramas da infância, e do decorrer da "vida", mas afirma que cada um de nós sente e reage a eles ao seu modo e que, na quase totalidade das vezes existem, por trás dos factos e dos dramas, factores muito profundos e antigos, de séculos atrás. Nas sessões de regressão às encarnações passadas, geralmente encontramos nosso pai, nossa mãe, nosso marido ou esposa, nossos filhos, nossos rivais, nossos inimigos, etc. E aí entendemos que estamos a encontrar-mo-nos de novo para tentarmos harmonizar-nos, reconciliar-nos, mas raramente isso é obtido, principalmente devido ao raciocínio de vítima-vilão incentivado pelas Escolas psicoterápicas baseadas no início das coisas nesta "vida".

Também encontramos nas nossas encarnações passadas a nós mesmos, com outros rótulos, com outras "cascas", mas com as nossas características de personalidade, as positivas e as negativas. É quase regra geral, alguém agressivo, irritado, autoritário, perceber-se assim nas "vidas" passadas, alguém tímido, medroso e inseguro ver-se desse modo lá atrás, alguém deprimido, magoado e abandónico perceber que já era assim nas suas últimas "vidas", etc., etc. E quantas vezes o nosso pai já foi nosso filho, a nossa mãe, a nossa esposa, um filho, um inimigo, um outro filho, um grande companheiro, etc. Então precisamos libertar-nos do que chamo as "ilusões dos rótulos das cascas", com a interiorização de que somos um Espírito (Consciência) que, em cada encarnação, "veste" um novo corpo, proximamente a outros Espíritos no mesmo processo, com algumas finalidades específicas. E as principais, são:

1. Viemos do Plano Astral superior para um Plano mais denso e imperfeito (Astral Inferior), para que, na interacção com as dificuldades inerentes a este nível evolutivo, as nossas imperfeições ("defeitos") venham à tona e tenhamos então a possibilidade de lidar com elas, visando a sua eliminação (purificação). Isso não pode ocorrer quando estamos desencarnados no Astral superior, pela elevada consciência vigente lá que faz com que não passemos pelos "testes e "provas" comuns aqui. Lá em cima são activados nossos chakras superiores e aqui, os inferiores; por isso voltamos para cá: para aflorarem nossas inferioridades, que lá se ocultam.

 2. Buscarmos os resgates e harmonizações com antigos companheiros de viagem, que geralmente vêm na nossa família, ou vamos encontrando durante a "vida". Mas para alcançarmos isso, precisamos primeiramente irmos curando nossas inferioridades (mágoa, raiva, etc.)  

Estas noções, e tantas outras, a respeito da Reencarnação, que têm permanecido limitadas apenas ao campo da religião (nesse lado do planeta, principalmente na religião Espírita), precisam agora ser incorporadas pela Psicologia, afim de serem melhor entendidos os nossos problemas e conflitos. Também a Medicina, e isso já está ocorrendo, irá entender que não somos apenas este corpo físico visível, e sim que temos outros corpos, subtis, onde se iniciam as "doenças ". E a Psiquiatria, um dia, quando entrar no campo do "invisível", entenderá o que são essas vozes "imaginárias", o que são as "alucinações", etc., e descobrirá que a "paranóia", a "esquizofrenia", as "psicoses", comummente são emersões de nossas personalidades de outras vidas, claro que geralmente acompanhadas de outras personalidades, intrusas, os chamados obsessores.  

Está a chegar um novo Milénio e, com ele, uma nova Psicologia, uma nova Medicina e uma nova Psiquiatria. E os médicos, os psicólogos, os psiquiatras e os psicoterapeutas em geral, que acreditam nos princípios reencarnacionistas, não podem mais lidar apenas com o nosso corpo visível e as "doenças físicas", e com esta passagem terrestre, chamando-se, equivocadamente, de "a vida". É preciso coerência, quem acredita em reencarnação, deve vivê-la no seu dia-a-dia e não apenas quando está no seu Centro Espírita ou lendo seus livros em casa. Assim caminha a Humanidade, a passos lentos, mas sempre em frente. Então, vamos em frente!

 

Por quE é que a Psicologia e a Psiquiatria não lidam com a Reencarnação?  

Há muito tempo os psicoterapeutas e as pessoas que acreditam na reencarnação vêm questionando o enfoque tradicional da Psicologia oficial, sua limitação a esta vida apenas, sua visão de um “início” e um “fim”, como se não existíssimos antes, e anseiam por uma nova maneira de ver e tratar os nossos problemas e conflitos emocionais e mentais, a partir dos princípios reencarnacionistas. Pois bem, agora já existe esta nova visão psicoterapêutica, não é uma nova linha da Psicologia, é uma nova Escola de Psicologia.

Esta nova Psicologia, que estamos a desenvolver, e que lida com a Reencarnação. Ela está alinhada às concepções reencarnatórias e chama-se Psicoterapia Reencarnacionista. Ela não vem para combater a Psicologia tradicional ou para a destruir e, sim, para abrir as suas fronteiras, do nascimento para trás, rumo ao nosso passado transpessoal, e do desencarne para a frente, rumo às nossas encarnações futuras. É a expansão da Psicologia tradicional, desta vida apenas, herdeira do Consciente Colectivo não reencarnacionista, originado nas concepções religiosas dominantes no ocidente.

O por quê da Psicologia oficial não lidar com a Reencarnação deve-se à acção do Imperador Justiniano no ano 553 d.C. de conclamar o Concílio de Constantinopla, convidando apenas os bispos do oriente (não-reencarnacionistas), e decretando que Reencarnação não existe, influenciado por sua esposa Teodora, ex-cortesã, filha de um guardador de ursos do anfiteatro de Bizâncio, que para se libertar de seu passado mandou matar antigas colegas e para não sofrer as consequências dessa ordem cruel numa outra vida como preconiza a lei do Karma, empenhou-se em suprimir a magnífica Doutrina da Reencarnação. Esse Concílio não passou de um encontro que excomungou e maldisse a doutrina da pré existência da alma, com protestos do Papa Virgílio, sequestrado e mantido prisioneiro de Justiniano por 8 anos, por se ter recusado a participar desse Concílio! Dos 165 bispos presentes, 159 eram da Igreja oriental, e tal facto garantiu a Justiniano os votos de que precisava para decretar que a Reencarnação não existe. E assim a Igreja Católica se tornou uma igreja não-reencarnacionista e, mais tarde, as suas dissidências também levaram consigo esse dogma. Com o predomínio, no ocidente, dessas igrejas não-reencarnacionistas, criou-se no Consciente Colectivo ocidental a idéia de que Reencarnação não existe, dentro do que formou-se a Psicologia e a Psiquiatria, que também não lidam com a Reencarnação. Outros motivos que levaram a Igreja Católica a decidir que Reencarnação não existe, de dominação, ameaças, evolução espiritual apenas possível passando pelos representantes de Deus, ganhos materiais, etc., vou deixar a cargo dos leitores estudarem por si.

Isso representou um dos maiores atrasos da história da humanidade, que até hoje se reflecte, pois temos uma Psicologia e uma Psiquiatria que se limitam apenas à vida actual, ignorando todo um material de estudo e análise, do nosso passado, escondido no nosso Inconsciente. É aí que estamos a entrar, seguindo a orientação do Dr. Freud. Entrando no Inconsciente das pessoas alcança-se a Reencarnação. Isto é religião? Não, isto é pesquisa científica, isto é a emergência de uma nova Psicologia e uma nova Psiquiatria.

A diferença fundamental entre a Psicoterapia Reencarnacionista e todas as anteriores é justamente que a Reencarnação é o seu elemento básico e a partir daí é que tudo se estrutura. Os seus pilares são: a personalidade congénita e a busca da evolução espiritual. A finalidade e o aproveitamento de uma encarnação são as suas directrizes.

Ela não deve ser confundida com a Regressão Terapêutica, que é uma técnica utilizada para desconectar as pessoas de situações traumáticas do seu passado que ainda estão a acontecer no seu Inconsciente, originando sintomas, principalmente os casos de fobias e síndrome do pânico, que podem ser, deste modo, curados rapidamente. Não devemos confundir a Psicoterapia Reencarnacionista com a Regressão Terapêutica: aquela é uma Escola de Psicologia, essa é uma técnica.

Pouquíssimos pacientes que realmente têm uma idéia clara, ou mais ou menos clara, sobre o objectivo da vida e rarís­simos têm a noção do que estão a fazer aqui. A maioria vive como se morasse num labirinto, perdida numa névoa escura, rodeando o tempo todo, sem saber se vai por esse ou aquele lado, simplesmente porque não sabe quem realmente é, o que está fazendo aqui e para onde deve ir. Viver desse modo é como se você fosse a um supermercado sem saber o que quer com­prar e, então, após algum tempo de perambulação pelos corredores, compra­ria qualquer coisa e ir-se-ia. Viver sem saber quem é e o que é isso que se chama "vida" é a mesma coisa: perambula-se pelos corredores, sem se com­prar nada do que realmente se precise e, no final, vamo-nos. Ou se compra coisas que não precisamos.

Temos hoje em dia uma Medicina que não consegue realmente curar, apenas paliar, pois acredita que as doenças iniciam-se no nosso corpo físico e, portanto, devem ser curadas nele, quando na verdade elas se iniciam nos nossos pensamentos e sentimentos, e esses é que devem ser tratados e curados. Temos uma Psicologia que lida com um “início” na infância e um equívoco que é a formação da personalidade, quando na verdade nós somos um Ser (Espírito) retornando à Terra, trazendo a nossa personalidade das encarnações passadas (Personalidade Congénita) e temos uma Psiquiatria que acredita que a doença está no cérebro e deve ser tratada com medicamentos químicos, quando a doença mental é imaterial e causada ou fortemente influenciada por ressonâncias de nossas encarnações passadas e em influenciações negativas de seres desencarnados (obsessores).

Uma das constatações nas sessões de regressão é que, independentemente desses factores relativos à sua “casca”, as pessoas regredidas referiam uma maneira de ser, de pensar, de sentir, muitíssimo parecida encarnação após encarnação, e como ainda hoje! Ou seja, uma pessoa autoritária, agressiva, era assim nas suas encarnações passadas; alguém tímido, medroso, vê-se assim lá atrás; um paciente magoado, com sentimentos de rejeição e abandono enxerga-se dessa maneira nas suas encarnações passadas; alguém deprimido já era deprimido há séculos, e isso não aparece num ou noutro paciente, isso demonstra-se sempre, em todas as sessões de regressão! Ouvimos histórias de pessoas que estão há centenas ou milhares de anos a reencarnar para melhorar essas características negativas, com um resultado muito pequeno, repetindo sempre o mesmo padrão, e que, hoje em dia, são ainda extremamente parecidos como eram! Nós reencarnamos para melhorar as nossas tendências inferiores mas, se avaliarmos o quanto temos conseguido melhorar isso nesta actual encarnação, podemos fazer uma projecção semelhante para as nossas últimas oito ou dez encarnações.

Mas isto não é de se ficar admirado pois se somos um Ser imortal que muda apenas de “casca” de uma encarnação para outra, o óbvio não é, então, que se mantenham as nossas características de personalidade de uma vida terrena para outra? A esta personalidade que é nossa, que nos vem acompanhando encarnação após encarnação, chamamos de Personalidade Congénita, e aí começa a estruturar-se a Escola de Psicoterapia Reencarnacionista. Este termo encontra-se em “Obreiros da Vida Eterna”, de André Luiz, psicografado por Chico Xavier, numa palestra do Dr. Barcelos, psiquiatra desencarnado, no Nosso Lar, páginas 32-34, quando ele diz: ”Precisamos divulgar no mundo o conceito moralizador da personalidade congénita, em processo de melhoria gradativa, espalhando enunciados novos que atravessem a zona de raciocínios falíveis do homem e lhe penetrem o coração, restaurando-lhe a esperança no eterno futuro e revigorando-lhe o ser nas suas bases essenciais. As noções reencarnacionistas renovarão a paisagem da vida na crosta da Terra, conferindo à criatura não somente as armas com que deve guerrear os estados inferiores de si própria, mas também fornecendo-lhe o remédio eficiente e salutar... Falta aos nossos companheiros da Humanidade o conhecimento da transitoriedade do corpo físico e o da eternidade da vida, do débito contraído e do resgate necessário, em experiências e recapitulações diversas... Faltam às teorias de Sigmund Freud e aos seus continuadores a noção dos princípios reencarnacionistas e ao conhecimento da verdadeira localização dos distúrbios nervosos, cujo início muito raramente se verifica no campo biológico vulgar mas quase que invariavelmente no corpo perispiritual pré existente, portador de sérias perturbações congénitas, em virtudes das deficiências de natureza moral, cultivadas com desvairado apego, pelo reencarnante, nas existências transcorridas”.

A evolução espiritual do ser humano é lenta porque, em cada encarnação, temos a sensação ilusória de que estamos vivendo uma “vida” e que tudo que temos de inferior na nossa personalidade e sentimentos foi criado na infância pelos “vilões”. Aliás, devíamos mudar o termo vida para passagem, nascimento para chegada e morte para subida, que são mais reais. E, então, uma das finalidades da Escola de Psicoterapia Reencarnacionista é auxiliar as pessoas a recordarem-se de que somos Espíritos eternos, passando mais uma vez por aqui, que esta “vida” é apenas mais uma passagem, que descemos do Plano Astral e, um dia, vamos subir para lá de novo. E depois continuaremos a descer e a subir, descer e subir, descer e subir, ad aeternum... até ficarmos puros.

O pilar básico sobre o qual se fundamenta a nova Psicologia, reencarnacionista, é a Personalidade Congénita e o trabalho principal do psicoterapeuta reencarnacionista é auxiliar o seu paciente a recordar-se da busca da evolução espiritual, da purificação. Deve ajudá-lo a aproveitar esta actual passagem, a fazer uma releitura de sua infância a partir dos princípios reencarnacionistas, a entender porque nos reencontramos com seres com os quais trazemos conflitos de encarnações passadas, por que necessitamos passar por situações aparentemente negativas, desagradáveis, a Lei do Retorno, etc. Estas descobertas e constatações é o que pretendemos transmitir, e esperamos que as nossas reflexões sobre o conflito entre o nosso Eu Real (a Essência) e as ilusões do nosso Eu Temporário (a Personalidade terrena), ajudem as pessoas a encontrarem-se consigo mesmas e a assumirem com mais confiança e determinação o objectivo final de todos nós: a evolução espiritual (purificação). Nada disto é novidade para os espíritas e para todos que acreditam na reencarnação, mas agora estas questões estão a ser colocadas na Psicologia.

A Psi­coterapia Reencarnacionista, a nova Psicologia baseada na reencarnação, veio para ajudar a libertarmo-nos das ilusões e das fantasias terrenas e a apegarmo-nos firmemente aos aspectos realmen­te absolutos e eternos do nosso Caminho. A seu tempo, esta visão reencarnacionista ajudará a Psicologia oficial a libertar-se das suas amarras e os psicólogos e os psiquiatras que acreditam na reencarnação não precisam mais ater-se a uma visão que analisa a vida de seus pacientes apenas a partir da infância, pois esta nova Escola aí está, ao acesso de quem se interessar, os cursos estão abertos, já existem livros, agora é uma questão de tempo. Em breve haverão duas Psicologias: uma que lida com esta vida apenas, para os profissionais que não acreditam na reencarnação, a ser utilizada nas pessoas que também não lidam com isso, e uma que lida com a vida eterna, que é a Psicoterapia Reencarnacionista, baseada na reencarnação, para quem acredita nela. É uma questão de coerência.


Como deve ser um Psicoterapeuta Reencarnacionista?  

Nós, psicoterapeutas reencarnacionistas, falamos com as pessoas que nos procuram no consultório sobre a busca da evolução espiritual, a busca da purificação, o real aproveitamento da encarnação e, então, o Psicoterapeuta Reencarnacionista não pode agir ao estilo: “Faça o que eu digo mas não faça o que eu faço...” O nosso maior compromisso quando assumimos esse método de trabalho é connosco mesmos, com a nossa Consciência! Quando um aluno entra no Curso de Formação da Associação Brasileira de Psicoterapia Reencarnacionista, começa a trabalhar mais seriamente a SUA busca da evolução espiritual, a SUA busca da purificação, o SEU real aproveitamento da actual encarnação. E isto que pode parecer fácil, não é tanto pois nenhum de nós é perfeito, estamos todos sujeitos aos gatilhos, às armadilhas, às forças instintivas, às forças que vêm do nosso Inconsciente e às forças negativas exteriores. Como poderemos falar sobre a meta espiritual para os nossos pacientes se não estivermos a praticar primeiramente em nós próprios?

Um psiquiatra, um psicólogo, um psicoterapeuta de qualquer Escola, pode ser um óptimo profissional no seu set terapêutico, e, no seu quotidiano, fumar, beber, sentir raiva, ser triste, magoado, ter sentimento de rejeição, ser ciumento, pode ser orgulhoso, vaidoso, ou ter até uma sensação de inferioridade, que tudo isso pode afectar pouco o seu trabalho, ou seja, pode separar a sua vida pessoal da sua vida profissional, porque estará a trabalhar com seu paciente. Mas o Psicoterapeuta Reencarnacionista está primeiramente a trabalhar a sua busca de evolução espiritual e, com isso, aos poucos, começará a sentir-se desconfortável com as suas imperfeições e inferioridades espirituais, seja nos pensamentos, nos sentimentos, seja nas suas atitudes, pois estará a conversar com os seus pacientes sobre a Purificação! E isto não é uma coisa qualquer... Por exemplo: um psicoterapeuta pode fumar e beber, o Psicoterapeuta Reencarnacionista não deve. Por quê? Porque o cigarro e a bebida alcoólica são criações da Força Inferior, e fumar e beber associa uma pessoa àquela Força, e cria ou reforça essa sintonia. A raiva que as pessoas, em geral, acreditam que é um sentimento, é a própria Força Inferior e não um sentimento. Por isso, quando alguém diz que está com raiva, ela está a dizer: “Eu estou com a raiva...” Um Psicoterapeuta Reencarnacionista precisa estar sintonizado com a Força Superior e por isso não deve permitir-se sentir a raiva. E quando ela vai chegando... se encostando... procurando uma brecha... querendo entrar? Aí, nesse momento, lembramos do “Orai e Vigiai!”, que quer dizer “Manter a sintonia com Deus e cuidar dos pensamentos, dos sentimentos, das palavras e das acções.” A raiva vai entrando pelas brechas, atingindo o pensamento, por isso que uma pessoa quando está a mercê daquela Força acredita que tem razão para estar sentido isso... Ela tem mesmo razão para estar sintonizada com aquela Força mas não tem Razão, e é diferente uma coisa da outra. Tem razão para estar sentindo a raiva mas não tem Razão para a despachar. Isto é um dos assuntos das consultas em Psicoterapia Reencarnacionista, por isso os seus representantes não devem sentir a raiva e, quando ela chegar, intrometer-se, querer impor-se, devemos chamar por nosso Guia Espiritual, por Jesus, pedir Luz. A Luz é a maior força do Universo. Ela chega com a Paz e com o Amor.

            As regressões que são realizadas por um Psicoterapeuta Reencarnacionista são realizadas pelo Guia Espiritual da pessoa e não por ele, que se coloca como um técnico (terapeuta) facilitador, no processo. Antes de iniciarmos o relaxamento, elevamos o nosso pensamento para o Mundo Espiritual, pedindo aos nossos amigos espirituais e aos amigos espirituais das pessoas que estejam presentes, auxiliando-nos a realizar a terapia regressiva. Mas como é que isto pode ser feito se o Psicoterapeuta está com uma baixa frequência, se bebeu na noite anterior, se fumou o seu cigarro? Que sintonia vai alcançar? Ao invés de chegar o Guia Espiritual da pessoa, chega um mistificador, um zombeteiro...

            O que vemos nos Cursos de Formação é que é mais do que um Curso, ocorre uma espécie de terapia de grupo e, no final, os alunos que bebiam não bebem mais, os que fumavam, não fumam mais, os irritados estão bem mais calmos, os tristes, magoados, sentem-se mais felizes, os tímidos já estão se soltando, e assim por diante. Por quê isso? Porque o tema principal do curso é a evolução espiritual, o que significa melhorar qualquer característica de personalidade, sentimento ou acção que não seja do bem.

            O Psicoterapeuta Reencarnacionista deve começar aplicando em si os princípios da nossa Escola para ter credibilidade interna para se tornar um conselheiro espiritual das pessoas que o procuram. Deve dar a si e de si, o próprio exemplo de que a força de vontade pode ser efectiva para poder dizer isso às pessoas sem que uma voz interior lhe diga: “Quem és tu para aconselhar isso? Tu também és assim...”, “Tu também sentes a raiva...”, “Tu também és triste...”, “Tu também és orgulhoso...”, “Tu também fumas...”

            Devemos estar atentos aos gatilhos. O que são gatilhos? São os factos do dia-a-dia, são as pessoas, os acontecimentos que fazem aflorar de dentro de nós o que viemos melhorar nesta encarnação. E já sei que o que nos ajuda a perceber o que temos de inferior são instrumentos de Deus na nossa caminhada, são potencialmente positivas, embora frequentemente nos pareçam negativas, pois causam desconforto. A vida encarnada é uma sucessão de gatilhos e de armadilhas. O que são armadilhas? São situações que nos parecem benéficas, boas, vantajosas, compensadoras, que nos vão trazer dinheiro, sucesso, bens materiais, mas que na verdade não nos ajudam a evoluirmos espiritualmente. Isso não quer dizer que devemos ser contra o dinheiro, o conforto, o bem estar, termos uma boa casa, um automóvel, pois isso seria uma apologia da auto-flagelação, da miséria, do sofrimento, ao estilo de algumas antigas crenças religiosas baseadas na culpa e no castigo. Devemos ter uma vida simples, despojada, tranquila, ganhando e gastando o dinheiro honestamente, sem querer exaltar-se acima dos outros e sem querer ser menos, ou seja, não querer ser rico nem pobre, estar na média. Somos todos médios. Na verdade, espiritualmente somos pequenos, mas estamos crescendo.

            O Psicoterapeuta Reencarnacionista lidando com as pessoas do ponto de vista espiritual no seu consultório deve cuidar de si, primeiramente, procurar saber por que reencarnou, porque Deus lhe propiciou aquela infância, aquela família, fazer uma releitura do começo desta vida à luz da Reencarnação, ficar atento aos gatilhos, às armadilhas, procurar ir se harmonizando com os Espíritos que estão por perto e que sente que são antigos conflitos, ir aumentando o amor no seu coração, expandindo a sua Consciência, tornando-se cada vez mais simples, mais leve, mais puro. Deve dar um exemplo aos demais de que está nas fileiras do Exército de Deus e que as armas que usa são a Paz e o Amor. Deve combater o orgulho, a vaidade, a crítica, a impaciência, a irritação, a ansiedade, desenvolvendo a paciência, a compreensão, a humildade.

            Enfim, ser Psicoterapeuta Reencarnacionista não é uma tarefa fácil, mas é compensadora.

 

Mauro Kwitko, Médico Psiquiatra e Psicoterapeuta Reencarnacionista

Porto Alegre – RS – Brasil

Nota:

O Dr. Mauro Kwitko, com nossa colaboração, pretende realizar, nesta cidade do Porto, Cursos de Terapia Regressiva, dentro da óptica da Psicoterapia Reencarnacionista, identificada neste Módulo 1.

Tais Cursos serão intensivos, sendo preleccionados durante 3 semanas, uma em cada mês.

Assim, e desde já, se quiserdes vir a frequentar um desses Cursos, podeis entrar em contacto connosco ou com ele, através dos contactos que aqui vos são disponibilizados.

Álvaro de Jesus

 

O dr. Mauro Kwitko 

Localização de Porto Alegre, RS, no Brasil

Website do Dr. Mauro Kwitko

E-Mail: maurokwitko@yahoo.com.br

   
 

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